mais cedo ou mais tarde, todos sentimos um desconforto. por estupidez, acomodamo-nos. só voluntariamente o podemos interromper

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outubro 13, 2006

[40] "Lana Caprina"





uma novela doméstica...



http://www.mgrande.com/weblog/index.php/babylonia/C33
helder, este o arquivo de poesia, todo original, todo mjm, te garanto! O de 1ago era-te dedicado. Pelos vistos, imaginação é o q nao te falta. Tão certo como 1+1 serem -1

Ok, obrigado! Daqui a uns min ja la vou ver, com uma colega minha de literatura moderna para q ela de a opinião dela. Dp falamos. Beijocas. Hélder

Oi, olha estou farto de procurar o poema q me fizes-te e não encontro. Estive a ver aquilo com uma colega de literatura moderna. Queria lhe mostrar. Hélder

1- qualquer especialista em basismo te explicaria que deste 2 erros na sms;
2- disse-te que o "teu" era o de 1ago (foi escrito logo a seguir à nossa estéril tertúlia, por isso reune Bachelard e G.Vicente);
3- se já mostraste o blog à tua colega, porque razão não emitiste ainda opinião? Não consegues escrever sozinho?

Olha la tu queres é musica, mas assim q a minha colega abriu a pagina disse logo q aquilo nao tinha nada de literario e q estava um escrito em ingles todo cheio de erros. Se quiseres q ela comente e q corrija os erros, ela disse-me q terias de pagar. Eu comentar nem sequer iria perder o meu tempo nisso!

Ja agora fica a saber q um nome proprio tal como o meu nome escreve-se com "H" e nao com um "h". Caso n percebas o meu nome escreve-se Hélder e n hélder!

Olha estou a tomar café no bar da faculdade com a minha colega da classica. Ela pergunta se tiras-te o curso na faculdade na Trafaria, pois qq pessoa q se auto-intitula lic em port devia saber q um nome proprio se escreve sempre com maiuscula e q a tua sms tem infinitos erros de pontuação! Tal c 1+1=2

Q deselegante, Prof Dr!
N creio q uma lic, bem formada, pudesse compactuar c um ressabiado numa questão de lana caprina! Agarrado a pormenores, Prof Dr?! À falta de grandes questões, perde o seu tempo c minudências e em maneirismos domésticos? Olhe q a equação tem mais incógnitas p o seu lado...
ps- Q tal convidá-la p um serão onde pudessemos debater c frontalidade essas alegações distorcidas? O diz-q-disse, sem ser fundamentado, n o favorece, não acha? Como sabe, por vezes, 1+1 pode bem ser 3...
ps2- Aproveite essa amizade p corrigir o seu pretérito perfeito... é q está imperfeito (:tiras-te) pq eu n me tiro nada. E já q a sua amiga é sua amiga, talvez se disponha a dar-lhe explicações de graça
ps3 - "tótó" escrever-se-á c maiuscula ou c minuscula?

Tu tens um grande complexo de inferioridade! Achas q convences alguém, com o teu conhecimento, estás enganada! Dai pelo papel q desempenhas, estar a resp dada!

Ja devias ter entendido q os bons, tem sempre lugar, no teu caso, até a dar umas simples aulas ao ensino primario, mas nem isso! Onde esta entao a DRa?

Até me dou ao trabalho de te dar conversa, pq estou a lanchar, e tb sempre é bom para o teu auto-estima! Bjs

apetecia-me dizer-lhe q, sendo Prof Dr, aquilo q me escreve e a forma como revela pensar, só demonstram q um curso superior não transforma ning inferior... e q até pode ser má pedagogia.
a forma como diz O auto-estima, só denuncia q faz parte daquela metade do mundo q tb diz O auto-estrada - como vê, de pouco lhe serve o título, fora das paredes da sala de aula.
(podia, já agora, pedir tb lições sobre substantivos compostos...)
continue! q quem está a comer pipocas na fila da frente, sou eu!

Tu queres é conversa, mas a melhor forma de tratar esse complexo, é ignorar!!!
Desce a terra dp falamos! Bjs

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com o patrocínio da TMN - mensagens à borla
é que isto foi grátis! literalmente grátis!

fevereiro 19, 2006

[26] Lucy in the sky with diamonds...







- A Lucy mudou-se p'ra outro condomínio...
- Como não é filha de pais ricos, achas que pediu ao BES?

fevereiro 15, 2006

[24] a importância de se chamar...


- Bom dia, menina... Desculpe. Queria dizer o seu nome mas não me lembrei logo. João, não é?
- Sim. Bom dia.
- Desculpe me meter, como é mesmo seu nome? Maria João, é isso?
- Sim. Para um brasileiro é meio estranho, não é? Sei que Maria José existe.
- É. Mas Maria João, não. Aqui, com você, já conheci cinco. Agora já começo a nem reparar - sorri. - Quer saber? Meu avô... meu avô, não, meu bisavô se chamava João Abel de Oliveira. Era português. Minha bisavó, italiana. Taí, emigraram pro Brasil. Sabe como é que é.
E o gaúcho pequenino sorria, sobranceiro; orgulhoso da sua ascendência de árvore oleaginosa, cuja tonalidade azeitona persistia nos traços, agora mesclados pela diáspora da esperança do mata-fome.
- Ainda tem tabaco a preço antigo? Diga-me lá o que há.
- Olhe, menina João, esta prateleira ainda é toda a preço antigo.
- Ai que bom! Dê-me então dois desses azuis, se faz favor.
- Isto é uma vergonha! Em Espanha são todos a menos um euro!
- E a gasolina também! - acrescentava o brasileiro, que não queria arredar-se da conversa. - E a maior parte vai para o imposto! - E dirigia-me o olhar, à espera que eu continuasse. Apenas sorri, aquele sorriso de anuência, educado mas distante, e preparei-me para pagar.
- Então, muito bom dia.
- Olhe, menina Maria João, foi um prazer conhecer você. Sabe? Meu nome é Jacob. Em italiano é Jacomo.
- Aqui está à vontade porque também é Jacob - sorri.
- É. Mas aqui me disseram que é nome de papagaio.